Astrônomos conseguem ver, mas não sabem explicar as luzes que piscam na Lua

Astrônomos conseguem ver, mas não sabem explicar as luzes que piscam na Lua
Pixabay

Astrônomos relatam a observação de pontos luminosos na Lua há várias décadas. O russo Kozyrev foi um dos primeiros a observar e documentar o chamado Fenômeno Lunar Transitório (TLP, sigla em inglês). Ele identificou um ponto luminoso vermelho em uma cratera lunar em 1959.

O fenômeno, porém, ainda não foi completamente esclarecido e pesquisadores tentam entender a ocorrência das luzes. Os TLPs podem surgir como breves flashes ou durar horas seguidas. Além disso, foram registradas diferentes cores, como branca, vermelha, rosa e violeta.

O professor Hakan Kayal, da Julius-Maximilians-Universität Würzburg, na Baviera, na Alemanha, busca respostas com o uso de um novo telescópio instalado na Espanha. 

Professor  da Julius-Maximilians-Universität Würzburg Hakan Kayal

Professor da Julius-Maximilians-Universität Würzburg Hakan Kayal
Tobias Greiner / Universität Würzburg

O equipamento utiliza duas câmeras para monitorar a superfície lunar e fotografar ou filmar todas as vezes que alguma luz surgir. A pesquisa começou em abril deste ano, mas já existem algumas hipóteses sobre a origem dos TLPs.

“Atividades sísmicas também foram observadas na Lua. Quando a superfície se move, gases que refletem a luz solar podem escapar do interior da Lua. Isso explicaria os fenômenos luminosos, alguns dos quais duram horas”, disse o professor Hakan Kayal em uma matéria publicada pela universidade alemã.



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